segunda-feira, 20 de maio de 2019

Opinião Política


Quem não se lembra dos protestos ocorridos na década de 1990 até 2014, nos quebra-quebra praticados por manifestantes, destruindo patrimônios públicos e privados. Sendo que direta ou indiretamente, todos nós cidadãos brasileiros, pagaríamos os prejuízos. Quem não se lembra das invasões de terras, de prédios... Pois é! Nestes períodos, os governos não eram Bolsonaristas.

A presença da grande massa humana nas ruas, que defendiam moralização, respeito e justiça igual para todos, foram marcantes a partir do início de 2018. Ano que antecedia eleitoralmente a queda do poder esquerdista. E todos estes movimentos foram feitas em fins de semana ou em feriados, ocasiões que os trabalhadores de fato, estavam de folga. Vestiam camisas amarelas e portavam a bandeira do Brasil. Havia espontaneidade e independência nas presenças individuais. Os participantes iam porque havia descontentamento. Não eram subsidiados por pão, mortadela e transporte gratuito. Não havia quebra-quebra, não haviam mascarados, não havia violência, não havia bandeiras vermelhas e nem políticos ou sindicalistas coordenando os protestos.

Hoje vemos a volta dos protestos dos “esquerdopatas”, (por enquanto) sem danos ao patrimônio. Apenas portando cartazes com palavras escritas de tal forma, que envergonham até aqueles humildes moradores da roça, que não tiveram oportunidade de frequentar uma escola de qualidade. E vale lembrar que a maioria absoluta destes manifestantes, com faixa etária entre 16 e 40 anos, cursaram ou frequentaram escolas geridas pelos governos anteriores. E nos seus cartazes, conferimos a “qualidade do ensino”. Quero lembrar que o nível exibido nas principais Faculdades do Brasil, mostra a degradação do ser humano. Prática de nudismo, apologia ao sexo e as drogas, incitação à violência, etc. E tudo isto é fruto da “democracia” passada, que parte da "torcida organizada" querem preservar.

Não concordar com o perfil do Presidente é um direito de cada cidadão. Achar que em cinco meses, Ele não conseguiu implementar um bom plano de governo, é a opinião de cada um. Se filhos do Presidente estão sendo investigados por envolvimento ilícito, é um problema da justiça. Afinal, eu por exemplo, não votei na família Bolsonaro. Eu votei no candidato Jair Messias Bolsonaro. E garanto! Não me arrependo nem um pouco. Agora, muito me entristece, é ver pessoas que não ganham nada em troca, defender o velho sistema. Tentar a todo custo derrubar quem contraria ou se opõe aos velhos “coronéis” da política brasileira. Até dou certa razão para alguns amigos formados em Direito, pois se um dia o crime acabar, como sobreviverá esta nobre profissão de advogados? Vulgarizaram muito, utilizando-se das tais “brechas da lei”, para defenderem quem tem recursos financeiros ou prestígios.

O ideal seria democraticamente, eleger um novo Senado Federal, eleger um novo quadro de Deputados Federais, escolher um corpo de Ministros dignos de verdadeiramente defenderem a nossa Constituição e Justiça Brasileira, dentro do Supremo Tribunal Federal. Mas pelo que vejo, o povo realmente não sabe votar. Infelizmente enxergo desta forma e justifico perguntando: Como um Renan Calheiros; Rodrigo Maia, entre tantos outros, conseguem se eleger? Como um Gilmar Mendes, um Dias Toffolli, entre outros, consegue se manter no honroso cargo de Ministro do STF?

Eu resumo meu artigo pedindo: Antes de criticar, antes de defender, vamos ponderar e avaliar nossos pontos de vista. Política não é futebol, que se discute num buteco. Sejamos respeitosos entre nós eleitores e cidadãos. No futebol, os jogadores ganham o dinheiro deles. Os clubes ganham seus troféus. Os torcedores apenas se divertem, ou deveriam apenas se divertir. Na política é diferente. Está em jogo nossa cultura, nossa educação, nossa saúde, nossos empregos, nossa qualidade de vida.

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