Quem não se lembra dos protestos ocorridos na década de 1990
até 2014, nos quebra-quebra praticados por manifestantes, destruindo
patrimônios públicos e privados. Sendo que direta ou indiretamente, todos nós
cidadãos brasileiros, pagaríamos os prejuízos. Quem não se lembra das invasões
de terras, de prédios... Pois é! Nestes períodos, os governos não eram
Bolsonaristas.
A presença da grande massa humana nas ruas, que defendiam
moralização, respeito e justiça igual para todos, foram marcantes a partir do
início de 2018. Ano que antecedia eleitoralmente a queda do poder esquerdista.
E todos estes movimentos foram feitas em fins de semana ou em feriados,
ocasiões que os trabalhadores de fato, estavam de folga. Vestiam camisas
amarelas e portavam a bandeira do Brasil. Havia espontaneidade e independência
nas presenças individuais. Os participantes iam porque havia descontentamento.
Não eram subsidiados por pão, mortadela e transporte gratuito. Não havia
quebra-quebra, não haviam mascarados, não havia violência, não havia bandeiras
vermelhas e nem políticos ou sindicalistas coordenando os protestos.
Hoje vemos a volta dos protestos dos “esquerdopatas”, (por
enquanto) sem danos ao patrimônio. Apenas portando cartazes com palavras escritas de tal forma, que envergonham até aqueles humildes moradores da roça,
que não tiveram oportunidade de frequentar uma escola de qualidade. E vale
lembrar que a maioria absoluta destes manifestantes, com faixa etária entre
16 e 40 anos, cursaram ou frequentaram escolas geridas pelos governos
anteriores. E nos seus cartazes, conferimos a “qualidade do ensino”. Quero
lembrar que o nível exibido nas principais Faculdades do Brasil, mostra a
degradação do ser humano. Prática de nudismo, apologia ao sexo e as drogas,
incitação à violência, etc. E tudo isto é fruto da “democracia” passada, que parte da "torcida organizada" querem preservar.
Não concordar com o perfil do Presidente é um direito de
cada cidadão. Achar que em cinco meses, Ele não conseguiu implementar um bom
plano de governo, é a opinião de cada um. Se filhos do Presidente estão sendo
investigados por envolvimento ilícito, é um problema da justiça. Afinal, eu por
exemplo, não votei na família Bolsonaro. Eu votei no candidato Jair Messias
Bolsonaro. E garanto! Não me arrependo nem um pouco. Agora, muito me entristece, é ver pessoas que não ganham nada em troca, defender o velho sistema. Tentar
a todo custo derrubar quem contraria ou se opõe aos velhos “coronéis” da política
brasileira. Até dou certa razão para alguns amigos formados em Direito, pois se
um dia o crime acabar, como sobreviverá esta nobre profissão de advogados?
Vulgarizaram muito, utilizando-se das tais “brechas da lei”, para defenderem quem tem recursos financeiros ou prestígios.
O ideal seria democraticamente, eleger um novo Senado
Federal, eleger um novo quadro de Deputados Federais, escolher um corpo de
Ministros dignos de verdadeiramente defenderem a nossa Constituição e Justiça
Brasileira, dentro do Supremo Tribunal Federal. Mas pelo que vejo, o povo realmente não sabe votar. Infelizmente
enxergo desta forma e justifico perguntando: Como um Renan Calheiros; Rodrigo
Maia, entre tantos outros, conseguem se eleger? Como um Gilmar Mendes, um Dias
Toffolli, entre outros, consegue se manter no honroso cargo de Ministro do STF?
Eu resumo meu artigo pedindo: Antes de criticar, antes de
defender, vamos ponderar e avaliar nossos pontos de vista. Política não é
futebol, que se discute num buteco. Sejamos respeitosos entre nós eleitores e
cidadãos. No futebol, os jogadores ganham o dinheiro deles. Os clubes ganham
seus troféus. Os torcedores apenas se divertem, ou deveriam apenas se divertir.
Na política é diferente. Está em jogo nossa cultura, nossa educação, nossa
saúde, nossos empregos, nossa qualidade de vida.

Nenhum comentário:
Postar um comentário