quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Ponto de Vista


Eu sou contra o radicalismo. Eu sou contra a expressão “Bandido bom é bandido morto”. Primeiro que o ser humano é falho, está sujeito a deslizes em suas condutas. Segundo porque uma grande parte de pessoas envolvidas no crime, são vítimas de uma política criminosa que não combate ao tráfico de drogas ou o tráfico de armas. Mas aqueles criminosos que são cruéis com suas vítimas, dever ser tratados com rigor sim. Em confrontos com policiais, que seja preservada a vida do policial.
Eu seria contra a ideia do porte de armas, se houvesse uma condenação séria para quem as portassem ilegalmente. Como não há seriedade neste seguimento, entendo que o cidadão de bem tem todo o direito de portar uma arma, dentro da sua residência ou até mesmo fora, para se defender. Pessoalmente eu não teria uma, pois caso eu precisasse usar, teria de gastar muito dinheiro adquirido com o meu suor, para custear advogados. Levando o caso a uma justiça sem credibilidade neste país. Questiono a credibilidade, por todos saberem que se uma pessoa com muito dinheiro cometer um crime, terá um tratamento judicial muito diferente de um pobre.
Sou contra a tortura, tanto a militar como a esquerdista. Sou contra a censura de expressão, tanto a que ocorreu no regime militar quanto a que foi proposta pelo governo do PT, querendo vigiar e limitar as comunicações em Redes Sociais.
Com todo este reboliço de ideias, entre os candidatos a presidente que tem claras chances de chegar ao Poder, eu vejo na figura do Jair Bolsonaro a pessoa certa, que tem demonstrado intenção de governar com independência, com lisura, sem as famosas alianças de troca de favores. Precisamos de pulso firme. Não como um pulso firme apregoado por Ciro Gomes, uma raposa velha e conhecida na política nacional. Mas pulso firme no sentido de dizer não e, justificar a razão da negativa. Se acompanharmos os noticiários do mundo, percebemos a hipocrisia que está destruindo a paz e harmonia da vida humana. Nem os episódios relatados nas histórias do velho testamento, Sodoma e Gomorra por exemplo, se compara ao que vivemos nos dias de hoje.

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