Eu sou contra o radicalismo. Eu sou contra a expressão “Bandido bom é bandido morto”. Primeiro que o ser humano é falho, está sujeito a deslizes em suas condutas. Segundo porque uma grande parte de pessoas envolvidas no crime, são vítimas de uma política criminosa que não combate ao tráfico de drogas ou o tráfico de armas. Mas aqueles criminosos que são cruéis com suas vítimas, dever ser tratados com rigor sim. Em confrontos com policiais, que seja preservada a vida do policial.
Eu seria
contra a ideia do porte de armas, se houvesse uma condenação séria para quem as
portassem ilegalmente. Como não há seriedade neste seguimento, entendo que o
cidadão de bem tem todo o direito de portar uma arma, dentro da sua residência
ou até mesmo fora, para se defender. Pessoalmente eu não teria uma, pois caso
eu precisasse usar, teria de gastar muito dinheiro adquirido com o meu suor,
para custear advogados. Levando o caso a uma justiça sem credibilidade neste
país. Questiono a credibilidade, por todos saberem que se uma pessoa com muito
dinheiro cometer um crime, terá um tratamento judicial muito diferente de um
pobre.
Sou contra a
tortura, tanto a militar como a esquerdista. Sou contra a censura de expressão,
tanto a que ocorreu no regime militar quanto a que foi proposta pelo governo do
PT, querendo vigiar e limitar as comunicações em Redes Sociais.
Com todo
este reboliço de ideias, entre os candidatos a presidente que tem claras
chances de chegar ao Poder, eu vejo na figura do Jair Bolsonaro a pessoa certa, que
tem demonstrado intenção de governar com independência, com lisura, sem as
famosas alianças de troca de favores. Precisamos de pulso firme. Não como um pulso
firme apregoado por Ciro Gomes, uma raposa velha e conhecida na política
nacional. Mas pulso firme no sentido de dizer não e, justificar a razão da
negativa. Se acompanharmos os noticiários do mundo, percebemos a hipocrisia que
está destruindo a paz e harmonia da vida humana. Nem os episódios relatados nas
histórias do velho testamento, Sodoma e Gomorra por exemplo, se compara ao que
vivemos nos dias de hoje.

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