segunda-feira, 27 de maio de 2019

Ser Brasileiro


Hoje sou um brasileiro de alma lavada. Ontem, 26 de maio, mais uma vez o povo brasileiro foi às ruas de uma forma organizada, pacífica e respeitosa. Mostraram que não é desejo nosso fechar STF e nem Congresso Nacional, mas que alguns dos seus integrantes cumpram os desejos de quem os elegeu para representá-los. As instituições são necessárias e devem ser respeitadas, mas nenhum ministro, nenhum deputado ou senador é dono do poder nem imune às leis. Queremos a Democracia, mas não a submissão a um grupo que querem dificultar a implementação de um novo regime político e administrativo. Queremos que alguns dos ministros do Supremo Tribunal Federal parem de se achar Deuses. Eles também são empregados do povo, da Nação brasileira. Podem e devem ser substituídos quando não exercerem dignamente os seus cargos.

Que o nosso Presidente deva sentar e conversar entre os poderes, está claro. Mas não em troca de cargos, favores e muito menos dinheiro. Antes de dizerem que nosso Presidente quer ser autoritário, precisamos enxergar quem tenta impedir de todas as formas, a governabilidade do país. Se deputados do Centrão e aliados, alguns Senadores da oposição e até alguns insatisfeitos da base do governo, que discordam dos planos a serem aprovados, não ouvirem a voz do povo, estes precisam responder pelos seus atos.

sábado, 25 de maio de 2019

Reflexão Política


Desconheço o autor, mas o conteúdo deste texto é muito importante para uma reflexão. Cabe a nós eleitores brasileiro, ler e analisar possibilidades do nosso futuro.

TEXTO APAVORANTE – LEITURA OBRIGATÓRIA

Temos muito para agradecer a Bolsonaro.

Bastaram 5 meses de um governo atípico, “sem jeito” com o congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o Brasil nunca foi, e talvez nunca será, governado de acordo com o interesse dos eleitores. Sejam eles de esquerda ou de direita.

Desde a tal compra de votos para a reeleição, os conchavos para a privatização, o mensalão, o petrolão e o tal “presidencialismo de coalizão”, o Brasil é governado exclusivamente para atender aos interesses de corporações com acesso privilegiado ao orçamento público.

Não só políticos, mas servidores-sindicalistas, sindicalistas de toga e grupos empresariais bem posicionados nas teias de poder. Os verdadeiros donos do orçamento. As lagostas do STF e os espumantes com quatro prêmios internacionais são só a face gourmet do nosso absolutismo orçamentário.

Todos nós sabíamos disso, mas queríamos acreditar que era só um efeito de determinado governo corrupto ou cooptado. Na próxima eleição, tudo poderia mudar. Infelizmente não era isso, não era pontual. Bolsonaro provou que o Brasil, fora desses conchavos, é ingovernável.

Descobrimos que não existe nenhum compromisso de campanha que pode ser cumprido sem que as corporações deem suas bênçãos. Sempre a contragosto.

Nem uma simples redução do número de ministérios pode ser feita. Corremos o risco de uma MP caducar e o Brasil ser OBRIGADO a ter 29 ministérios e voltar para a estrutura do Temer.

Isso é do interesse de quem? Qual é o propósito de o congresso ter que aprovar a estrutura do executivo, que é exclusivamente do interesse operacional deste último, além de ser promessa de campanha?

Querem, na verdade, é manter nichos de controle sobre o orçamento para indicar os ministros que vão permitir sangrar estes recursos para objetivos não republicanos. Historinha com mais de 500 anos por aqui.

Que poder, de fato, tem o presidente do Brasil? Até o momento, como todas as suas ações foram ou serão questionadas no congresso e na justiça, apostaria que o presidente não serve para NADA, exceto para organizar o governo no interesse das corporações. Fora isso, não governa.

Se não negocia com o congresso, é amador e não sabe fazer política. Se negocia, sucumbiu à velha política. O que resta, se 100% dos caminhos estão errados na visão dos “ana(lfabe)listas políticos”?

A continuar tudo como está, as corporações vão comandar o governo Bolsonaro na marra e aprovar o mínimo para que o Brasil não quebre, apenas para continuarem mantendo seus privilégios.

O moribundo-Brasil será mantido vivo por aparelhos para que os privilegiados continuem mamando. É fato inegável. Está assim há 519 anos, morto, mas procriando. Foi assim, provavelmente continuará assim.

Antes de Bolsonaro vivíamos em um cativeiro, sequestrados pelas corporações, mas tínhamos a falsa impressão de que nossos representantes eleitos tinham efetivo poder de apresentar suas agendas.

Era falso, FHC foi reeleito prometendo segurar o dólar e soltou-o 2 meses depois, Lula foi eleito criticando a política de FHC e nomeou um presidente do Bank Boston, fez reforma da previdência e aumentou os juros, Dilma foi eleita criticando o neoliberalismo e indicou Joaquim Levy. Tudo para manter o cadáver procriando por múltiplos de 4 anos.

Agora, como a agenda de Bolsonaro não é do interesse de praticamente NENHUMA corporação (pelo jeito nem dos militares), o sequestro fica mais evidente e o cárcere começa a se mostrar sufocante.

Na hipótese mais provável, o governo será desidratado até morrer de inanição, com vitória para as corporações. Que sempre venceram. Daremos adeus Moro, Mansueto e Guedes. Estão atrapalhando as corporações, não terão lugar por muito tempo.

Na pior hipótese ficamos ingovernáveis e os agentes econômicos, internos e externos, desistem do Brasil. Teremos um orçamento destruído, aumentando o desemprego, a inflação e com calotes generalizados. Perfeitamente plausível. Claramente possível.

A hipótese nuclear é uma ruptura institucional irreversível, com desfecho imprevisível. É o Brasil sendo zerado, sem direito para ninguém e sem dinheiro para nada. Não se sabe como será reconstruído. Não é impossível, basta olhar para a Argentina e para a Venezuela. A economia destes países não é funcional. Podemos chegar lá, está longe de ser impossível.

Agradeçamos a Bolsonaro, pois em menos de 5 meses provou de forma inequívoca que o Brasil só é governável se atender o interesse das corporações. Nunca será governável para atender ao interesse dos eleitores. Quaisquer eleitores. Tenho certeza que esquerdistas não votaram em Dilma para Joaquim Levy ser indicado ministro. Foi o que aconteceu, pois precisavam manter o cadáver Brasil procriando. Sem controle do orçamento, as corporações morrem.

O Brasil está disfuncional. Como nunca antes. Bolsonaro não é culpado pela disfuncionalidade, pois não destruiu nada, aliás, até agora não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou. Ele é só um óculos com grau certo, para vermos que o rei sempre esteve nu, e é horroroso.

Infelizmente o diagnóstico racional é claro: “Sell”.

Autor desconhecido


segunda-feira, 20 de maio de 2019

Opinião Política


Quem não se lembra dos protestos ocorridos na década de 1990 até 2014, nos quebra-quebra praticados por manifestantes, destruindo patrimônios públicos e privados. Sendo que direta ou indiretamente, todos nós cidadãos brasileiros, pagaríamos os prejuízos. Quem não se lembra das invasões de terras, de prédios... Pois é! Nestes períodos, os governos não eram Bolsonaristas.

A presença da grande massa humana nas ruas, que defendiam moralização, respeito e justiça igual para todos, foram marcantes a partir do início de 2018. Ano que antecedia eleitoralmente a queda do poder esquerdista. E todos estes movimentos foram feitas em fins de semana ou em feriados, ocasiões que os trabalhadores de fato, estavam de folga. Vestiam camisas amarelas e portavam a bandeira do Brasil. Havia espontaneidade e independência nas presenças individuais. Os participantes iam porque havia descontentamento. Não eram subsidiados por pão, mortadela e transporte gratuito. Não havia quebra-quebra, não haviam mascarados, não havia violência, não havia bandeiras vermelhas e nem políticos ou sindicalistas coordenando os protestos.

Hoje vemos a volta dos protestos dos “esquerdopatas”, (por enquanto) sem danos ao patrimônio. Apenas portando cartazes com palavras escritas de tal forma, que envergonham até aqueles humildes moradores da roça, que não tiveram oportunidade de frequentar uma escola de qualidade. E vale lembrar que a maioria absoluta destes manifestantes, com faixa etária entre 16 e 40 anos, cursaram ou frequentaram escolas geridas pelos governos anteriores. E nos seus cartazes, conferimos a “qualidade do ensino”. Quero lembrar que o nível exibido nas principais Faculdades do Brasil, mostra a degradação do ser humano. Prática de nudismo, apologia ao sexo e as drogas, incitação à violência, etc. E tudo isto é fruto da “democracia” passada, que parte da "torcida organizada" querem preservar.

Não concordar com o perfil do Presidente é um direito de cada cidadão. Achar que em cinco meses, Ele não conseguiu implementar um bom plano de governo, é a opinião de cada um. Se filhos do Presidente estão sendo investigados por envolvimento ilícito, é um problema da justiça. Afinal, eu por exemplo, não votei na família Bolsonaro. Eu votei no candidato Jair Messias Bolsonaro. E garanto! Não me arrependo nem um pouco. Agora, muito me entristece, é ver pessoas que não ganham nada em troca, defender o velho sistema. Tentar a todo custo derrubar quem contraria ou se opõe aos velhos “coronéis” da política brasileira. Até dou certa razão para alguns amigos formados em Direito, pois se um dia o crime acabar, como sobreviverá esta nobre profissão de advogados? Vulgarizaram muito, utilizando-se das tais “brechas da lei”, para defenderem quem tem recursos financeiros ou prestígios.

O ideal seria democraticamente, eleger um novo Senado Federal, eleger um novo quadro de Deputados Federais, escolher um corpo de Ministros dignos de verdadeiramente defenderem a nossa Constituição e Justiça Brasileira, dentro do Supremo Tribunal Federal. Mas pelo que vejo, o povo realmente não sabe votar. Infelizmente enxergo desta forma e justifico perguntando: Como um Renan Calheiros; Rodrigo Maia, entre tantos outros, conseguem se eleger? Como um Gilmar Mendes, um Dias Toffolli, entre outros, consegue se manter no honroso cargo de Ministro do STF?

Eu resumo meu artigo pedindo: Antes de criticar, antes de defender, vamos ponderar e avaliar nossos pontos de vista. Política não é futebol, que se discute num buteco. Sejamos respeitosos entre nós eleitores e cidadãos. No futebol, os jogadores ganham o dinheiro deles. Os clubes ganham seus troféus. Os torcedores apenas se divertem, ou deveriam apenas se divertir. Na política é diferente. Está em jogo nossa cultura, nossa educação, nossa saúde, nossos empregos, nossa qualidade de vida.

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